segunda-feira, 2 de abril de 2007

help....

Primeiro dia de férias... Ah, que bem sabe!... Acordar depois daquela maldita hora do costume, fazer o que se quiser durante o dia... Pois... e depois virei-me, caí da cama e acordei! Para além dos já habituais trabalhinhos das férias, dignei-me a acordar mais cedo para vir ajudar o meu pai. Fiquei podre ao saber que o meu pai contratou uma nova funcionária. Não que eu tenha alguma coisa contra ela, mas... o pouco que eu fazia, deixei de fazer! Ou seja, aqui estou eu, a gastar a internet do meu pai, a olhar para o balão (ainda adiantei alguns trabalhos, mas bolas...), a vegetar e a deitar baba pelo canto da boca de não ter nada para fazer (e com isto quero dizer sem ser coisas da escola).
Para além deste dia mal gasto, só me apetece desaparecer, mas desaparecer mesmo. Como assim, já passo tão despercebida em casa que quase que nem valia a pena aparecer lá mais. Na terça pedi à minha mãe que de dispensasse dos meus afazeres até quinta, visto k tinha chegado às 7 e meia a casa, estava com uma dor de cabeça descomunal e quarta e quinta tinha que fazer um trabalho. Disse-me logo que sim (e eu toda contente), que toda a gente tem direito aos seus dias maus, mas depois disse "desde que na quinta me ponhas a cozinha num brinquinho"... Ou seja, caiu-me tudo ao chão! Tenho direito aos meus dias maus, no entanto, quando estiver melhor, tenho que limpar o dobro ou o triplo do que tinha antes. É justo que assim seja. Não era é nada disso que eu estava a pedir... Mas valeu a tentativa. A pérola desse dia foi "mas vai ter menos loiça quando fores tu a lavar porque entretanto se se precisar de alguma coisa lava-se"... E consequentemente, suja-se... Voltamos ao mesmo.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Frozen

Within Temptation - Frozen

I can't feel my senses
I just feel the cold
All colors seem to fade away
I can't reach my soul

I would stop running
If I knew there was a chance
It tears me apart to sacrifice it all
But I'm forced to let go

Tell me I'm frozen
What can I do
Can't tell the reasons
I did it for you

Well, I still need to try
I sacrifice the earth
You say that I am frozen
What can I do

I can feel your sorrow
(I sacrifice)
You won't forgive me
(...)
But I know you'll be alright
(...)
It tears me apart that you will never know
But I have to let go

Tell me I'm frozen
What can I do
Can't tell the reasons
I did it for you

Well, I still need to try
I sacrifice the earth
You say that I am frozen
What can I do

Everything will slip away
Shattered pieces will remain
When memories fade into emptiness
Only time will tell its tale
If it all has been in vain

I can't feel my senses
I just feel the cold

Frozen
What can I do
Frozen

Tell me I'm frozen
What can I do
Can't tell the reasons
I did it for you

Well, I still need to try
I sacrifice the earth
You say that I am frozen

Frozen


É mesmo assim que me sinto... Não poderia arranjar melhor maneira de o descrever. Tudo porque sinto o chão debaixo dos meus pés a fugir... Esperemos que não seja nada de mais...

Ontem foi o jantar de curso! Éramos poucos (35, pelo menos), mas deve ter sido o melhor jantar de curso em que eu estive! Já me doíam as bochechas de tanto rir e a garganta de tanto berrar! ^_^

segunda-feira, 12 de março de 2007

o.O

A cada dia que passa sinto-me cada vez mais deslocada do único sítio onde me deveria sentir segura: em casa... Passou a ser um sítio em que a única coisa que há para fazer é ver televisão --> sozinha no meu quarto! Passou a ser aquele sítio em que, para ver gente, é preciso subir umas escadas, entrar num quarto cheio de fumo, onde dois emplastros se sentam à frente de um computador, babando-se perante uns jogos de vídeo, refastelando-se nessa podridão e ciclo vicioso. A minha mãe enfiada no quarto dela, ocupada nos seus afazeres de mãe, e a minha irmã a guinchar no quarto ao lado do meu. Não há fim-de-semana em que eu não me chateie... Não me consigo lembrar de um único que seja em que eu tenha conseguido dormir para além das 7:30... As minhas tarefas em casa não são muitas. Estou encarregue de lavar a cozinha todos os dias. O problema surge quando as pessoas sabem disso e pensam para os seus botões "ela lava isto" e deixam a cozinha com um ar de desolação semelhante ao que se encontra nas guerras. É ver pacotes de bolachas (entre outros) vazios e loiça espalhada pelo balcão...
Em termos financeiros, bom, ando lisa... Pior, evito pedir dinheiro à minha mãe com medo que ela solte a frase "vocês dão cabo das minhas contas", sendo "vocês" eu e o meu padrasto. MAS, devia ser de notar que eu quando peço dinheiro, normalmente é para comer ou para gasóleo, visto que eu na escola como e sem gasóleo o meu carro não me pode levar para a escola...
É portanto com desilusão que vejo o meu ambiente familiar. Principalmente quando vejo certas pessoas, que em nada contribuem dentro de casa (que fora eu dou-lhes todo o valor) a não ser para gastar electricidade para os joguinhos, a ficarem "mal-dispostas" e a descarregarem em tudo o que mexe, especialmente na minha mãe, por serem tão estúpidas e quadradas que não entendem que ela faz 3 trabalhos: arruma a casa, cuida dos pequenos e ainda tem a sua actividade profissional. Pessoas como essas, que andam "mal-dispostas" porque se deitam tarde por causa do vício, ou porque se enervam a jogar e depois acham que as pessoas são sacos de pancada...
O mal disto tudo é que se eu descarrego (normalmente em coisas e não pessoas), é porque sou igual a ele. Se ele descarrega é igual a si próprio e está "no seu direito", comportando-se como um adolescente rebelde ou como uma verdadeira besta, quando, e apenas pela sua idade, deveria ter mais juízo do que eu.

sexta-feira, 9 de março de 2007

AHHHHHHHHH

Ontem deu-me uma coisinha má e decidi arrumar a cozinha TODA... Ok... deve ser um pequeno sinal de demência ou algo assim, mas pelo menos a minha mãe gostou ^_^ Tinha lá sítios em que a sujidade ultrapassava o minimamente aceitável (também, com tantos armários e recantos é o normal...) e o topo do frigorífico parecia um cenário de guerra o.O

quinta-feira, 8 de março de 2007

Contagem decrescente

Chegou agora a fase de contagem decrescente (não se sabe bem até quando) para que o Hilário parta para a Suiça... Só de pensar nisso, fico com o coração apertado... Apesar de tentar pensar que é melhor para ele que assim seja, custa-me pensar simplesmente que daqui a duas ou três semanas (ou mais, quem sabe) ele não vai cá estar...

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

O começo

Começo o meu blog com uma boa notícia: o meu bolas passou oficialmente (pelo menos o pedido foi feito) para o meu nome ^_^ . Sinceramente nunca pensei que isto acontecesse...

Também ando um pouco em baixo e nem sei bem as razões... Nunca é bom quando ando assim. Normalmente é presságio que algo vai correr mal... Se calhar é mesmo só pessimismo, mas é mesmo assim que eu sou.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Ó noite majestosa
Leva-me contigo desejosa
Para o teu doce abraço...
No teu regaço quero estar
Deitar-me no teu colo e chorar
Morrer aos poucos de sofrer...
Não quero nem posso dizer
O que me faz chorar tanto
O que me tira da vida o encanto...
Porque perdi a vontade de sorrir?
Perdida no mundo hei-de estar
Querendo do pesadelo acordar
E nada poder sentir...
Deixo-me mergulhar na dor
Procuro teu singelo calor
Para meu choro calar...
Numa pedra escrevi
O que sempre quis ser
Deixei para ti
Uma vida para ler.

Na luz da noite deixei de ser
Aquilo que quero, aquilo que sou
Deixei o meu mundo partir
Com um coração que não amou.

Amor, triste amor
Que sozinha me deixou
Amor, triste amor
O que meu coração despedaçou.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Deixei que tudo se apagasse
Se esgotasse na imensa incerteza
Deixei que o meu coração chorasse
Sem ver a verdadeira beleza
Daquilo que quero ter
Sem saber bem porquê
De quem eu quero ver
Como um cego vê.

Não entendo a razão
Do choro mudo
Desta paixão
Da dor da escuridão
De não saber o que sinto.

Apenas o vejo
Todos os dias comigo
O amor puro,
Mais do que amigo.
O pecado, o fruto proibido
A minha vida por um fio.

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Quero fugir
Daqui partir
Sem mais voltar
A este lugar
Onde choro e desespero
Pelo melhor sempre espero
Sem nunca ver
Nada acontecer
Nada a mudar
Tudo tem o seu lugar
Este nunca foi o meu.