Deixei que tudo se apagasse
Se esgotasse na imensa incerteza
Deixei que o meu coração chorasse
Sem ver a verdadeira beleza
Daquilo que quero ter
Sem saber bem porquê
De quem eu quero ver
Como um cego vê.
Não entendo a razão
Do choro mudo
Desta paixão
Da dor da escuridão
De não saber o que sinto.
Apenas o vejo
Todos os dias comigo
O amor puro,
Mais do que amigo.
O pecado, o fruto proibido
A minha vida por um fio.
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
quarta-feira, 22 de março de 2006
A sombra da vida
Que um dia me acompanhou
A mesma vida sofrida
Que agora me abandonou.
Perdeu-se por entre as brumas
Deixou a minha alma secar…
Por entre as águas turvas
Deixou o meu coração se afogar…
Estou perdida
Como sempre
Na minha nova vida
Sem nada de inocente.
Deixei o meu corpo morrer contigo
Embalado na tua triste canção
Procurei na morte um abrigo
Para o meu pobre e fraco coração.
Que um dia me acompanhou
A mesma vida sofrida
Que agora me abandonou.
Perdeu-se por entre as brumas
Deixou a minha alma secar…
Por entre as águas turvas
Deixou o meu coração se afogar…
Estou perdida
Como sempre
Na minha nova vida
Sem nada de inocente.
Deixei o meu corpo morrer contigo
Embalado na tua triste canção
Procurei na morte um abrigo
Para o meu pobre e fraco coração.
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